Seja Bem-vindo(a) ao Terreiro de Umbanda Ogum das Águas | contato@ogumdasaguas.org.br

Bem-vindo ao Terreiro de Umbanda
Ogum das Águas

Orientações Referentes ao Coronavírus

Orientações Referentes ao Coronavírus.

Aos médiuns e Consulentes.
Diante da pandemia do coronavírus, reforçamos as orientações do Ministério da Saúde, disponível em: https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/coronavirus
– Lave as mãos com água e sabão ou use álcool em gel.
– Cubra o nariz e boca ao espirrar ou tossir.
– Evite aglomerações se estiver doente.
– Não compartilhe objetos pessoais.
Estou dispensando e Proibindo os cumprimentos, inclusive abraços e beijos, pois neste momento a maior BENÇÃO que precisamos e de Oxalá (nosso Pai Maior).
Vamos manter o Terreiro o mais bem ventilado possivel, além de sermos cuidadosos na hora das consultas.
Tragam seu proprio Alcool em Gel, pois, temos poucas unidades no Terreiro, e estamos em dificuidade para encontrar.
Não compartilhe Bebidas, não ofereça e nem aceite bebidas compartilhadas. E, não toque nos consulentes durante o atendimento.
Informamo que Não Suspenderei as Giras, até orientação oficial do governo.
É preciso manter a calma e também evitar a contaminação, adotando as orientações.
Tendo outras Orientações, estarei sim à disposição para qualquer exclarecimento que se faça nescessário, Muito Axé a Todos, Pai Paulo de Ogum.

Ogum das Águas

Distribuição interna do terreiro

O Terreiro, para a prática da Umbanda, tem distintos os seguintes locais prefixados: O Salão, Ala de Atabaques, Local da Assistência, Roncó (Quarto de Santo), Ganga (Quarto de Exu), Cruzeiro das Almas e Trunqueira.
O SALÃO: é o local onde os médiuns fazem suas evoluções, e quando incorporados, os atendimentos. É nesse local que são efetuadas as giras, o desenvolvimento, os atendimentos e as aulas, quando houver doutrina, dirigida pelo Orientador Espiritual.
ALA DOS ATABAQUES: é o local onde permanecem os Ogãns e Atabaqueiros do Terreiro.
O RONCÓ: Quarto de Santo, lugar de maior respeito possível, particular do chefe do terreiro, onde são feitos todos os Rituais Herméticos dos seus filhos de terreiro, tais como: firmezas de anjos da guarda, amacis, confirmações e as demais obrigações. praticados os trabalhos de Rituais Especiais, quando necessário no atendimento de assistentes.
GANGA: é o local destinado à guarda dos apetrechos dos Compadres, das obrigações dos mesmos, e da firmeza dos Exus e Pomba Giras. 
CRUZEIRO DAS ALMAS: é uma Cruz, a Cruz das Almas, e destina-se à queima de velas para as Almas, provenientes de promessas, compromissos, etc. Está localizada dentro da Ganga.
TRUNQUEIRA: local destinado à ser feita a segurança primeira do terreiro e localiza-se de frente para a rua.
LOCAL DA ASSISTÊNCIA: local destinado para a assistência permanecer e assistir o decorrer dos Trabalhos.

Jardim dos Orixás

Local este construído para ser colocar o seu amalá ( oferenda ), acender uma vela, fazer suas orações, neste local também temos algumas ervas dos Orixás correspondentes.

O que é a Umbanda

A Umbanda é um Sistema de comunicação, entre o mundo psíquico ou espiritual e o mundo físico ou material, e é neste sistema que estão incluídos todos os seres vivos e mortos, nascidos e por nascer. Os Espíritos se dividem em dois grandes grupos, à saber: ORIXÁS e EGUNS.

ORIXÁS: 

Espíritos de freqüência altíssima que nunca tiveram qualquer espécie de vida material.

EGUNS: 

Espíritos evolutivos, de freqüência baixa, que evoluem através de reencarnações neste e em outros Orbes.

Todos os conhecidos Guias da Umbanda, são Eguns, evoluídos, que trabalham na Seara Divina, em prol do aprendizado dos irmãos aprisionados na matéria evolutiva, sob a égide dos ORIXÁS.
Os Espíritos se agrupam em NAÇÕES.
Uma Nação, é o agrupamento de pessoas ou seres, que circundam o mesmo local, usam os mesmos trajes, falam o mesmo idioma (incluindo os dialetos), a têm o mesmo sistema filosófico, religioso e dogmático. 

A Umbanda, é praticada por sete (7) Nações, à saber:

7) ORIENTE
6) OMOLOCÔ
5) ALMAS
4) ANGOLA
3) NAGÔ
2) GÊGE
1) KÊTO

As Nações 1, 2, e 3, são conhecidas como CANDOMBLÉ, onde não se opera com Eguns. Os Adeptos, vibram, cantam, dançam, dão comida e bebida, matam animais, enfim fazem tudo em louvor do Santo (ORIXÁ).
Esporadicamente, nessas Nações, há um “Toque de Umbanda”, como é chamado o trabalho com Eguns.
As Nações 4 e 5, trabalham amiúde com os Eguns, embora também sejam puxadas para o “Candomblé”.
O Omolocô é uma Nação Eclética pois que tem suas bases na mescla das outras, subdividindo-se como segue:
• Kêto • Gêge • Nagô • Angola • Almas • Oriente
O Omolocô, também é conhecido, por alguns, como Umbanda Branca ou Umbanda de Jurema.
O Oriente é uma Nação especial, onde se dispensa o ritual das demais, e aparentemente é mais suave, mais sutil, haja visto que não trabalham com a incorporação direta; porém para se tornar um elemento à altura da complexidade dos trabalhos desta Nação, o adepto, ou melhor o praticante, deverá saber e aprender todo o ritual das demais, pois necessitará conhecê-los, para usá-los quando se fizer mister. O dispêndio de energia vital, pelo Médium no Oriente, eleva-se à quatro ou cinco vezes mais do que o normal, pois terá que utilizar os rituais necessários, sem a demonstração física dos mesmos.
A Umbanda prática, em cada uma das sete Nações, tem sete Linhas, cada Linha sete Falanges, cada Falange sete legiões, cada Legião sete Peões, cada Peão comanda sete Elementares e cada Elementar tem à seu serviço, sete avissais.

A Origem dos Orixás.

Na Umbanda os Orixás são energias, forças da natureza que estão presentes em todos os lugares, influenciando as pessoas e irradiando energias que mantém o equilíbrio natural dos elementos em relação ao universo. Uma interpretação mais objetiva coloca os Orixás como energias emanadas da divindade, como subdivisões da unidade perfeita de Deus e não, como muitos pensam, como espíritos que progrediram muito espiritualmente, não necessitando mais do processo reencarnatório, e que para darem continuidade no seu progresso espiritual possuem como missão organizar e orientar uma rede de espíritos com menos progresso espiritual do que eles, ajudando-os a progredirem espiritualmente. Estes espíritos são, na verdade, os guias espirituais. Cada pessoa está ligada a um desses Orixás e suas características são encontradas em seus filhos, seja na forma física ou, mais evidente, nas características psicológicas e comportamentais a qual a pessoa está relacionada.

Os Orixás não são Deuses como muitas pessoas podem conceber como em outras religiões, mas sim Divindades criadas por um único Deus: Olorun (dentro da corrente Nagô) ou Zamby (dentro da corrente Bantu e das correntes sincréticas). 
Na UMBANDA (de uma maneira geral, pois existem variações referentes às diversas ramificações existentes), os Orixás são cultuados como divindades de um plano astral superior, ARUANDA,  que na Terra representam às forças da natureza (muitas vezes confundindo-se a força da natureza com o próprio Orixá):

Oxalá: o senhor da força, o senhor do poder da vida.
Oxum: as águas doces;
Iemanjá: a rainha dos peixes das águas salgadas;
Iansã: os ventos, chuvas fortes, os relâmpagos;
Xangô: a força do trovão e o fogo provocado pelos relâmpagos quando chegam ‘a Terra; 
Ogum: senhor dos caminhos; os desbravador dos caminhos; senhor do ferro; 
Oxossí: o Orixá caçador, senhor da fartura ‘a mesa, senhor da caça;

A cada Orixá está associada uma personalidade e um comportamento diante do mundo e com seus filhos, os quais, são seus protegidos e uma parte das emanações do próprio Orixá, presentes no Orí (Cabeça) desses filhos. 
Orixá, dentro do culto Umbandista (de uma maneira geral) não são incorporados (não se incorpora o fogo de Xangô, os ventos de Iansã, as águas doces de Oxum).  O que se vê dentro dos vários terreiros, centros, tendas etc, são os Falangeiros dos Orixás (ou também conhecidos como encantados); ou seja, Espíritos (não reencarnacionais) de grande força espiritual (de grande Luz, como alguns gostam de falar) que trabalham sob as Ordens de um determinado Orixá. 

Os Falangeiros são os representantes dos Orixás, e, em muitos casos, a essência dos próprios Orixas manifestada nos médiuns, pois sua força é a emanação pura dos Orixás (ou como alguns dizem: são a vibração virginal dos Orixás). Sendo assim, eles podem incorporar nos médiuns, em seus cavalos, e mostram sua presença e sua força em nome de um Orixá. Porém, são frágeis (o médium pode perder sua sintonia muito facilmente) e exigem muito dos médiuns, não podendo permanecer por muito tempo em Terra.

Fechar Menu